Conferencia Internacional “Retos de las ciencias sociales en tiempos de crisis”

Conferencia Internacional “Retos de las ciencias sociales en tiempos de crisis: Una mirada desde Mesoamérica en el cincuentenario de CLACSO”
24 al 26 de octubre de 2017 | Ciudad de Guatemala

Ponencia “Protestas Indígenas y Represión en Colombia y Brasil”

Foto ponencia

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“apenas 25% na categoria mais alta do CNPq são mulheres”

Por Alessandra Monnerat*

Era 1997 e a astrofísica Thaisa Storchi Bergmann tinha sido chamada para uma missão de três meses no Observatório Interamericano de Cerro Tololo, no Chile. Mas a gaúcha tinha que trazer consigo um convidado indesejado para os colegas cientistas, que observavam o céu à noite e dormiam de dia. Era seu terceiro filho, recém-nascido, que ela ainda estava amamentando. Apesar da resistência, a pesquisadora conseguiu acomodar o bebê e uma babá em uma casa perto do observatório.

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Indígenas e quilombolas na Praça dos Três Poderes, em Brasília.

A Praça dos Três Poderes, em Brasília, será ocupada por milhares de indígenas e quilombolas. A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq) organizam uma grande vigília conjunta por Justiça e direito à terra. Todos estão convidados a participar desta luta ao lado dos indígenas e quilombolas!

Com participação de indígenas e quilombolas vindo de todas as regiões do país, a mobilização acontece na semana em que o Supremo Tribunal Federal (STF) julga ações que ameaçam o direito dos povos à demarcação e titulação de seus territórios. Serão 24h de danças, cantos e rezas por Justiça.

O que está em jogo?

Direitos indígenas
No dia 16, às 9h, 150 indígenas estão credenciados para acompanhar de dentro do Plenário do Supremo Tribunal Federal o julgamento de três terras indígenas que podem influenciar as regras de demarcação no país. O alerta máximo é que o poder Judiciário pode aproveitar estes julgamentos para se pronunciar sobre o chamado Marco Temporal.

Nossa história não começa em 1988! Marco Temporal não!

Direitos Quilombolas
À partir das 14h são os quilombolas que vão ocupar 150 cadeiras do plenário do Supremo Tribunal Federal para acompanhar de perto o que os ministros vão decidir sobre o futuro dos quilombos no Brasil. Uma ação do partido Democratas, o DEM, alega que o decreto de titulação é inconstitucional.

Nenhum-quilombo-a-menos

Fonte Vigilia da Justiça

Lula

Podría pensarse que la condena al expresidente Lula es una prueba del republicanismo del juez Sergio Moro. Sin embargo,el célebre jefe de la “Lava Jato” hace rato viene actuando con parcialidad política.

En marzo de 2016 ordenó arbitrariamente la conducción policial de Lula para un interrogatorio y por esos mismo días, filtró a la TV Globo un audio recaudado dentro de sus investigaciones en el que la Presidenta Rousseff y Lula conversaban sobre la nominación de este último como jefe de gabinete; audio que fue utilizado para ambientar el golpe parlamentario de finales de agosto.

A pesar de la corrupción de la clase política brasileña, Moro ha sido implacable con la élite del PT, pero timorato con la corrupción de los líderes del PSDB, poderoso aliado del gobierno Temer (PMDB).

Llama la atención la impunidad de que ha disfrutado el senador Aecio Neves delatado reiteradamente en la Lava Jato.

En la reciente absolución de Claudia Cruz, esposa del expresidente de la Cámara destituido por corrupción, quien gastó parte de los sobornos pagados a su marido en bolsos y zapatos de lujo, Moro argumentó desde falta de pruebas hasta que la acusada no tenía por qué saber el origen del dinero que manejaba en sus cuentas en el exterior.

Su ponderación fue mucho más ligera al condenar a Lula da Silva por lavado de activos y corrupción con la extravagante teoría de la “propiedad de hecho”, dado que en el expediente no obró el registro de propiedad u otras pruebas que demostraran la titularidad del expresidente en relación con el apartamento de Guarujá que habría sido fruto de ilícitos en Petrobras.

No se trata de defender a Lula, quien encabeza las encuestas para las presidenciales en 2018, sino de señalar que la selectividad en la ejecución de la Lava Jato ha sido funcional a los intereses de la coalición de políticos corruptos y plutócratas, que aglutinados en torno al PSDB y el PMDB, sustentan el impresentable gobierno Temer y su agenda de reformas austericidas.

Por: Alexander Arciniegas Vanguardia.

 

 

“Protesto pacífico de povos indígenas é atacado pela polícia no Congresso”

“Um protesto pacífico de mais de três mil indígenas foi atacado com bombas de efeito moral e gás pela policia na frente do Congresso, na tarde de hoje (25/4). Os manifestantes foram dispersados após tentarem deixar quase 200 caixões no espelho de água do Congresso. Vários manifestantes passaram mal por causa do gás. No protesto, havia centenas de crianças, idosos e mulheres.

Um gigantesco cortejo fúnebre tomou conta da Esplanada dos Ministérios por volta das 15h. Os manifestantes saíram do acampamento onde estão, ao lado do Teatro de Nacional de Brasília, levando os caixões e um banner com a expressão “Demarcação Já”. Eles seguiram tranquilamente até o Congresso.

Os caixões representavam líderes indígenas assassinados por causa dos conflitos de terra em todo país – 54 indígenas foram assassinados em todo o país por causa de conflitos de Terra, só em 2015, segundo Conselho Indigenista Missionário (Cimi).

Ato caxões

“São nossos parentes assassinados pelas políticas retrógradas de parlamentares que não respeitam a Constituição Federal”, explica a liderança Sônia Guajajara, da coordenação da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib).

Até o fechamento desta notícia, os manifestantes seguiam cantando e dançando em frente ao Congresso. Eles prometem permanecer até um pouco mais tarde no local.

Ato ATL 2017 no congresso

Os indígenas participam da 14ª edição do Acampamento Terra Livre, a maior mobilização indígena dos últimos anos. O evento vai até esta sexta (28/4) e protesta contra a paralisação das demarcações de Terras Indígenas, a nomeação do deputado ruralista Osmar Serraglio (PMDB-PR) com ministro da Justiça, o enfraquecimento da Fundação Nacional do Índio (Funai) e as várias propostas em tramitação no Congresso contra os direitos indígenas”.

Fonte: nota da APIB 25 de abril de 2017.