Semana da mulher na UnB

 

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“apenas 25% na categoria mais alta do CNPq são mulheres”

Por Alessandra Monnerat*

Era 1997 e a astrofísica Thaisa Storchi Bergmann tinha sido chamada para uma missão de três meses no Observatório Interamericano de Cerro Tololo, no Chile. Mas a gaúcha tinha que trazer consigo um convidado indesejado para os colegas cientistas, que observavam o céu à noite e dormiam de dia. Era seu terceiro filho, recém-nascido, que ela ainda estava amamentando. Apesar da resistência, a pesquisadora conseguiu acomodar o bebê e uma babá em uma casa perto do observatório.

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Nota de apoio ao Centro de Convivência de Mulheres da UnB

Cientes de que um grupo de mulheres que integra a comunidade universitária tem se reunido em assembleias semanais desde março de 2017, decorrendo na criação do Coletivo de Mulheres da UnB, vimos a público manifestar nosso apoio às reivindicações em curso por um Centro de Convivência de Mulheres na Universidade de Brasília. O Coletivo de Mulheres da UnB ocupou, segundo deliberação em assembleia, a sala BT 168 do ICC Sul desde o dia 02 de maio, passando a reivindicar apoio institucional para a garantia de um espaço físico que permita a reunião sistemática e a construção de um espaço coletivo que possa vir a servir como referência a todas as mulheres da universidade para a proposição e adoção de medidas de proteção e reparação a abusos e violências recorrentes no cotidiano institucional.

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8M: las mujeres celebramos y resistimos

Declaración de intelectuales latinoamericanas sobre la huelga mundial de mujeres.

Este año conmemoramos el Día Internacional de las Mujeres bajo nuevas amenazas para la paz y la vida en el mundo.

Desde nuestro quehacer como académicas e investigadoras y como parte de la comunidad del Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales, CLACSO, estamos presentes en esta jornada mundial. Acompañamos las movilizaciones y acciones globales, las iniciativas de reflexión y análisis que se despliegan a lo largo y ancho de América Latina y el Caribe, con el común objetivo de la defensa de derechos y el reclamo de justicia para las mujeres.

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8M

Mujeres de más de 50 países convocaron a una huelga internacional para protestar contra los feminicidios; la explotación laboral y económica que apunta el orden capitalista neoliberal global; el corporativismo feminista de las CEO; las desigualdades de género en todos los ámbitos y la deshumanización de las mujeres.

“Cada día mueren en promedio al menos 12 latinoamericanas y caribeñas
por el solo hecho de ser mujer”. Esa estadística la difundió, en octubre de 2016,
la “Comisión Económica para América Latina y el Caribe” (CEPAL).
Honduras es el país de la región con el mayor número total de femicidios (531 en 2014),
lo cual representa 13,3 femicidios por cada 100.000 mujeres.
“Las tasas más altas a nivel regional corresponden a El Salvador y República Dominicana. En términos de números absolutos, Argentina y Guatemala se ubican en segundo y tercer
lugar, con más de 200 femicidios cada uno en 2014”.

Fuente: Megafón nº13/1, Marzo de 2017