Indígenas e quilombolas na Praça dos Três Poderes, em Brasília.

A Praça dos Três Poderes, em Brasília, será ocupada por milhares de indígenas e quilombolas. A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq) organizam uma grande vigília conjunta por Justiça e direito à terra. Todos estão convidados a participar desta luta ao lado dos indígenas e quilombolas!

Com participação de indígenas e quilombolas vindo de todas as regiões do país, a mobilização acontece na semana em que o Supremo Tribunal Federal (STF) julga ações que ameaçam o direito dos povos à demarcação e titulação de seus territórios. Serão 24h de danças, cantos e rezas por Justiça.

O que está em jogo?

Direitos indígenas
No dia 16, às 9h, 150 indígenas estão credenciados para acompanhar de dentro do Plenário do Supremo Tribunal Federal o julgamento de três terras indígenas que podem influenciar as regras de demarcação no país. O alerta máximo é que o poder Judiciário pode aproveitar estes julgamentos para se pronunciar sobre o chamado Marco Temporal.

Nossa história não começa em 1988! Marco Temporal não!

Direitos Quilombolas
À partir das 14h são os quilombolas que vão ocupar 150 cadeiras do plenário do Supremo Tribunal Federal para acompanhar de perto o que os ministros vão decidir sobre o futuro dos quilombos no Brasil. Uma ação do partido Democratas, o DEM, alega que o decreto de titulação é inconstitucional.

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Fonte Vigilia da Justiça

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Nossa história não começa em 1988! Marco Temporal não!

No dia 16 de agosto, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgará três ações que podem ser decisivas para os povos indígenas no Brasil. As decisões dos ministros sobre o Parque Indígena do Xingu (MT), a Terra Indígena Ventarra (RS) e terras indígenas dos povos Nambikwara e Pareci poderão gerar consequências para as demarcações em todo o país. Por isso, os indígenas reforçam, a partir de hoje, uma série de mobilizações por seus direitos.

Marco temporal não

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Lula

Podría pensarse que la condena al expresidente Lula es una prueba del republicanismo del juez Sergio Moro. Sin embargo,el célebre jefe de la “Lava Jato” hace rato viene actuando con parcialidad política.

En marzo de 2016 ordenó arbitrariamente la conducción policial de Lula para un interrogatorio y por esos mismo días, filtró a la TV Globo un audio recaudado dentro de sus investigaciones en el que la Presidenta Rousseff y Lula conversaban sobre la nominación de este último como jefe de gabinete; audio que fue utilizado para ambientar el golpe parlamentario de finales de agosto.

A pesar de la corrupción de la clase política brasileña, Moro ha sido implacable con la élite del PT, pero timorato con la corrupción de los líderes del PSDB, poderoso aliado del gobierno Temer (PMDB).

Llama la atención la impunidad de que ha disfrutado el senador Aecio Neves delatado reiteradamente en la Lava Jato.

En la reciente absolución de Claudia Cruz, esposa del expresidente de la Cámara destituido por corrupción, quien gastó parte de los sobornos pagados a su marido en bolsos y zapatos de lujo, Moro argumentó desde falta de pruebas hasta que la acusada no tenía por qué saber el origen del dinero que manejaba en sus cuentas en el exterior.

Su ponderación fue mucho más ligera al condenar a Lula da Silva por lavado de activos y corrupción con la extravagante teoría de la “propiedad de hecho”, dado que en el expediente no obró el registro de propiedad u otras pruebas que demostraran la titularidad del expresidente en relación con el apartamento de Guarujá que habría sido fruto de ilícitos en Petrobras.

No se trata de defender a Lula, quien encabeza las encuestas para las presidenciales en 2018, sino de señalar que la selectividad en la ejecución de la Lava Jato ha sido funcional a los intereses de la coalición de políticos corruptos y plutócratas, que aglutinados en torno al PSDB y el PMDB, sustentan el impresentable gobierno Temer y su agenda de reformas austericidas.

Por: Alexander Arciniegas Vanguardia.

 

 

“As encruzilhadas abertas da América Latina e a Sociologia em tempos de mudança”

Pré-Alas Brasília 2017

Nos dias 24 e 25 de julho de 2017, a Universidade de Brasília sediará o Pré-Alas Brasília 2017. Com o tema “As encruzilhadas abertas da América Latina e a Sociologia em tempos de mudança”, o evento proporcionará a oportunidade de interação, intercâmbio e cooperação entre sociólogos e cientistas sociais brasileiros e de outros países latino-americanos à luz de agendas de pesquisas e debates sobre temas e problemáticas na região.

O seminário é gratuito e aberto à comunidade e será realizado no Auditório do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Brasília (Campus Darcy Ribeiro, Asa Norte). As inscrições podem ser feitas na página da UnB DEX de 23 a 25 de julho, para quem desejar receber o certificado de extensão.

 

“A bicha preta migra dos cantos escuros da escola […]”

“Megg Rayara Gomes de Oliveira tornou-se nesta quinta-feira (30) a primeira travesti negra a obter o título de doutora na Universidade Federal do Paraná. Megg, que é professora substituta de Didática na UFPR desde o início deste ano letivo, obteve o título com uma tese baseada na trajetória de quatro professores negros homossexuais e afeminados. O estudo discute racismo e homofobia como dispositivos de poder e analisa como esses professores afirmaram-se na carreira docente.

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