Semana da mulher na UnB

 

XXX

Confira a programação completa em facebook.com/DiversidadeUnB

Anúncios

Por que ocidentais amam a Malala, mas ignoram Ahed?

Tradução do artigo original de Shenila Khoja-Moolji (acadêmica de estudos sobre gênero, Islã e juventude) para o Al Jazeera.

“Ahed Tamimi, garota palestina de 16 anos, foi recentemente detida após um ataque noturno à sua residência. As autoridades israelenses a acusam de ‘agredir’ um soldado israelense e um policial. Um dia antes ela havia confrontado soldados israelenses que entraram no quintal de sua casa. O incidente aconteceu logo depois de um soldado balear sua prima de 14 anos na cabeça com uma bala de borracha, e atirar cilindros de gás lacrimogêneo diretamente à casa deles, quebrando as janelas.

Mais tarde, sua mãe e sua prima também foram detidas. As três continuam presas.

Há uma curiosa falta de suporte à Ahed vindo de grupos feministas do Ocidente, ativistas dos direitos humanos e oficiais de estado que em outras ocasiões se apresentam como os apoiadores dos direitos humanos e os campeões do empoderamento feminino. Continuar lendo

Feminismos e disputa política no Brasil. De onde surgiram essas mulheres?

A política tem sido, historicamente, um espaço masculino. Basta um rápido olhar para as hierarquias nos partidos políticos, o plenário dos legislativos nacionais, estaduais e municipais ou para os gabinetes onde estão instalados os integrantes do primeiro escalão nos governos para que se entenda o que isso significa. Não é de agora que é assim. Embora no Brasil as mulheres tenham direito a voto desde 1932 e o exerçam em condições iguais às dos homens desde 1946, sua presença em cargos políticos tem sido restrita.

Continuar lendo

Conferencia Internacional “Retos de las ciencias sociales en tiempos de crisis: Una mirada desde Mesoamérica en el cincuentenario de CLACSO”
24 al 26 de octubre de 2017 | Ciudad de Guatemala

Ponencia “Protestas Indígenas y Represión en Colombia y Brasil”

Foto ponencia

Conferencia Internacional “Retos de las ciencias sociales en tiempos de crisis”

“apenas 25% na categoria mais alta do CNPq são mulheres”

Por Alessandra Monnerat*

Era 1997 e a astrofísica Thaisa Storchi Bergmann tinha sido chamada para uma missão de três meses no Observatório Interamericano de Cerro Tololo, no Chile. Mas a gaúcha tinha que trazer consigo um convidado indesejado para os colegas cientistas, que observavam o céu à noite e dormiam de dia. Era seu terceiro filho, recém-nascido, que ela ainda estava amamentando. Apesar da resistência, a pesquisadora conseguiu acomodar o bebê e uma babá em uma casa perto do observatório.

Continuar lendo